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2º ciclo de falas públicas

Arte: Lídia Ganhito | Estúdio Pavio

O projeto Escândalo do Grupo VÃO começa com uma ação aberta para todo o público: o 2º Ciclo de Falas Públicas.

 

Abrindo o projeto, essa ação retoma e dá continuidade ao 1º Ciclo de Falas Públicas, que criamos e realizamos em 2017, no contexto do projeto “Como viver só em bando”, contemplado pela 21ª edição do Fomento à Dança.

 

Quando pensamos um Ciclo de Falas Públicas em um projeto temos sempre a intenção de compartilhar publicamente (num espaço de circulação ou numa praça pública) uma questão que nos parece interessante tanto artisticamente quanto socialmente, politicamente, culturalmente. Uma forma de abrir e deslocar a percepção sobre um mesmo tema e acessar outras perspectivas sobre um assunto que nos move enquanto pesquisa e processo de criação. Dessa vez, as falas acontecerão em um espaço virtual aberto à participação do público, através da plataforma Zoom. 

 

Esse ciclo vem lindo e forte, alimentando, diversificando e somando nos olhares, nas escutas, nas falas e nos sentidos. Nessa segunda edição, teremos novamente uma série de três encontros com convidades que irão, a partir de suas perspectivas, dialogar com a palavra ESCÂNDALO e com a pergunta inicial: como vocês percebem que a palavra escândalo reverbera na vida coletiva, dentro do seu contexto de pesquisa, trajetória e cotidiano? 

 

O 2º Ciclo de Falas Públicas acontecerá em Fevereiro e conta com as presenças de artistas que nos afetam: 

 

Luciane Ramos Silva, dia 08/02, às 19h

 

Luciane Ramos Silva é artista da dança , antropóloga e curadora independente. Doutora em Artes da Cena e mestre em antropologia pela Unicamp, tem especialização em diáspora africana pelo David C. Driskell Center for the Study of the African Diaspora. Nos últimos dez anos desenvolveu projetos sobre corpo, cultura  e colonialidade  aprofundando as relações sul-sul entre o Brasil e contextos da África do Oeste.

 

Coletivo Desvelo, dia 10/02, às 19h

 

O Coletivo Desvelo tem como pesquisa de linguagem corporal e narrativa para suas obras as manifestações populares brasileiras e periféricas na construção de poéticas contemporâneas para a cena. Com isso, seus espetáculos e intervenções trazem a rítmica, frequências corporais e sonoras, o gingado e rebolado, construindo um corpo que assume um lugar de sagacidade, manha e malícia enquanto potências criativas.

 

Coletivo Cartográfico, dia 11/02, às 19h  

 

O Coletivo Cartográfico é um coletivo autogestionado por três artistas, Carolina Nóbrega, Fabiane Carneiro e Monica Galvão. Suas ações coreográficas e/ou performativas procuram romper a noção do corpo como uma verdade ontológica e neutra, para explicitar as políticas por detrás das relações de co-autoria do corpo com o meio. Além de suas ações artísticas, o Coletivo também trabalha com ações de cunho pedagógico e de mediação cultural, buscando também tensionar as fronteiras entre esses modos de produção.

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As falas serão realizadas pela plataforma Zoom. As pessoas inscritas receberão o link por email um dia antes de cada Fala Pública, para a qual se inscreveu.

Para se inscrever, clique neste link para acessar o formulário de inscrição